Ir para o conteúdo
LAB
CLASS
Hub

Setores atendidos

Quem somos

Recursos

Apresentação

Arquivos técnicos

Vídeos

Blog

Fale com um especialista
TI Safe
  • Setores atendidos
  • Quem somos
  • Recursos

    Apresentações

    Arquivos técnicos

    Vídeos

  • Blog
Fale com um especialista

Início / Blog / Segurança da digitalização do setor elétrico precisa ser discutida

Segurança da digitalização do setor elétrico precisa ser discutida

  • outubro 8, 2018

Em entrevista ao Canal Energia, CEO da TI Safe fala sobre a importância de uma norma brasileira de cibersegurança

TI Safe alerta para segurança da digitalização do setor

Com forte atuação em infraestruturas críticas, empresa quer atenção para o tema no setor elétrico.

Em um setor elétrico em que o aspecto tecnológico aliado a digitalização das redes cada vez mais ganha força, a preocupação com a segurança cibernética também vai precisar conquistar o seu espaço. As digitalizações feitas por geradoras, transmissoras e distribuidoras vão acabar por demandar planos e ações em cibersegurança. Um ataque cibernético a um ativo de energia pode não só trazer o prejuízo operativo, mas também o financeiro. Com 11 anos de atuação no mercado, a TI Safe vem participando de discussões temáticas e chamando a atenção dos players elétricos para o assunto. “Nosso objetivo é aculturar as pessoas. Segurança cibernética é um ponto de atenção, é um risco e pode parar os negócios, muito mais agora que tem uma grande tendência de infraestruturas críticas de energia saírem do padrão eletromecânico para o digital”, conta Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe.

Ele conta que esse movimento de digitalização dos ativos, ao mesmo tempo que traz ganhos de eficiência, também traz o risco que em caso de um ataque o componente humano não poderá atuar para restabelecer o estágio operativo. “No modelo digital, um ataque é capaz de parar completamente a operação de uma usina”, avisa. A TI Safe está participando da modernização da hidrelétrica de Itaipu. Com atuação na transmissão e na distribuição, ela também tem como clientes empresas como a Taesa, State Grid, Energisa e Neoenergia. A área de energia é cerca de 60% das demandas da empresa, que também atua nas áreas de alimentação, medicamentos e transporte.

A adoção da cibersegurança começa na análise dos riscos da rede e a partir daí a TI Safe faz um plano de segurança cibernética industrial. Nele são definidos prazos e sugeridos cronogramas para adotar a segurança. As medidas são baseadas em soluções de proteção e essas soluções muitas vezes já existem, mas não são usadas, porém em outras elas precisam ser implantadas. Firewalls na rede, equipamentos para detectar alterações e inteligência artificial são alguns deles.

Apesar de possuir um apelo de item fundamental, os investimentos em segurança cibernética não são vultosos. Segundo o CEO da TI Safe, eles ficam em cerca de 1,5% do total que é investido para automação. “É pouco representativo, mas é muito importante, porque é a falta desse investimento que pode fazer uma usina parar”, adverte. A segurança cibernética não previne apenas contra malwares, maior tipo de ataque no Brasil, mas também de falhas de equipamento ou erro humano. “Não é só proteção contra ataques, mas desempenho e conformidades são outros aspectos que a gente vai abrangendo”, explica.

Uma das motivações para uma empresa do setor elétrico investir em segurança vem do compliance. As estrangeiras já seguem normas nos seus países de origem e as replicam no Brasil, onde não há regra estipulada. A segunda motivação vem daqueles players que já sofreram algum tipo de ataque em alguma ocasião e não querem sofrer outro. Há ainda um pequeno grupo de empresas investem por precaução, para que ela não seja alvo de nenhum tipo de ataque. Segundo Marcelo Branquinho, não há ‘pay back‘ para investimentos em segurança, que são como seguros de carros, em que se evita perder, porém muitas empresas não enxergam isso.

O executivo vê dificuldades em algumas empresas estatais, que por terem uma capacidade de investimento reduzida e plantas antigas, acabam por ter a sua segurança longe do estado ideal. “Não adianta fazer em cima de planta velha, de máquinas de 30 anos atrás. Tem que modernizar primeiro, depois vai para a segurança”, relata Branquinho.

Vários segmentos do setor estudam o assunto e a TI Safe participa desses grupos. Na transmissão, a Associação Brasileira das Empresas de Transmissão de Energia tem um grupo de trabalho para formatar uma norma comum a todas que em uma etapa seguinte pode ser apresentada ao órgão regulador. A Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica segue o mesmo ritmo, além do Cigré. Branquinho gostaria que a Agência Nacional de Energia Elétrica fosse mais amigável a normatização do assunto, o que não tem acontecido. Para ele, a necessidade de além de normatizar também ter que auditar a norma dificulta a ação da agência.

Branquinho deposita na criação de uma norma brasileira de cibersegurança o reconhecimento da importância do assunto. “Tem que se criar se não a gente nunca vai evoluir nesse sentido. Por falta de investimento e de várias outras coisas, ainda não temos uma norma brasileira para isso. Deveria ter, está atrasado, os países mais avançados têm esse tipo de norma”, adianta.

Fonte: Canal Energia

Repórter: Pedro Aurélio Teixeira

  • Blog
Compartilhar post:

Leia também:

Vagas de emprego também podem expor sua empresa

Vagas de emprego também podem expor sua empresa: como o OSINT revela informações usadas em ataques cibernéticos

Antes de explorar uma vulnerabilidade ou tentar invadir um ambiente corporativo, muitos atacantes procuram entender melhor o alvo. Tecnologias utilizadas, […]

Leia o artigo
Identificar fraudes

Você reconheceria um golpe digital moderno? Como identificar fraudes que circulam nas ferramentas de trabalho

Até pouco tempo atrás, as principais dicas de segurança cibernética ensinavam os usuários a identificar erros de português, remetentes desconhecidos […]

Leia o artigo
Defesa civil - alerta extremo (misantropia)

Quando o alerta é o ataque: o que o falso aviso da Defesa Civil nos ensina sobre a proteção de sistemas críticos

Na madrugada de 20 de junho de 2026, milhões de brasileiros receberam em seus celulares um alerta extremo da Defesa […]

Leia o artigo
TI Safe

TI Safe protege o que mantém o mundo funcionando com inteligência, contexto e resposta em tempo real.

Contato

+55 (21) 3553-5456

Mais opções de contato

Redes sociais

Linkedin Instagram Flickr Youtube Facebook Slideshare

Institucional

Contato

Página Inicial

Quem somos

Blog

Recursos

Apresentação

Arquivos técnicos

Vídeos

Conheça

Sua empresa está segura?

Vantagens da ASCI para profissionais

Inscreva-se em nossa Newsletter

TI Safe ASCI

Pessoas

Academia

Políticas

Riscos e Conformidade

PSCI

Tecnologias

Segurança de Borda

Proteção de Rede Interna

Segurança de Dados

Controle de Malware

Processos

Laboratório de Segurança

Arquitetura

Monitoramento Contínuo

Inteligência Artificial

© Copyright © 2007-2026 TI Safe - Todos os direitos reservados.

Política de Cookies
Política de privacidade
Direitos autorais
Gerenciar o consentimento
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}

Envie uma mensagem