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TI Safe no Correio Braziliense

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Segunda, 20 Abril 2015 09:58

A TI Safe saiu na imprensa! Nosso diretor comercial Marcelo Branquinho deu sua opinião sobre o crescimento dos crimes cibernéticos no Brasil e algumas dicas de segurança. Veja a publicação abaixo:

Mais opções no mercado, mais crimes online Transações financeiras pela internet estão cada dia mais populares. A comodidade, porém, exige cuidados adicionais para evitar surpresas desagradáveis .

A popularização das transações financeiras em meios eletrônicos trouxe comodidade a milhões de consumidores em todo o mundo. Poucos cliques separam os clientes de operações como consultas a extratos bancários, transferências e pagamentos que, quando feitos em agências, podem custar horas de espera em longas filas. As compras em lojas virtuais também ficaram muito mais fáceis com o uso de cartões de crédito e débito, além da opção de pagamento por boletos. As inúmeras opções, no entanto, vieram acompanhadas de novas modalidades de crimes contra usuários desses serviços. A necessidade de mais segurança e cuidados na rede mundial de computadores é urgente.

Os números do mercado de serviços financeiros online são impressionantes e o crescimento do segmento é vertiginoso. De acordo com a Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), entre 2000 e 2008, o número de cartões de crédito no Brasil saltou de 29 milhões de unidades para 124 milhões. A quantidade de transações com os de débito é surpreendente. O Banco Central divulgou que o uso desse recurso de pagamento superou o de cheques: 2,1 bilhões contra 1,9 bilhão, em 2008. Contabilizar os crimes originados dessas ferramentas é difícil, porque as vítimas nem sempre registram queixa na polícia e ainda há divergências na legislação brasileira sobre o assunto.

O especialista em mídias digitais Marcelo Branquinho é diretor comercial da TI Safe, empresa do ramo de segurança na internet. Segundo ele, a rede mundial de computadores oferece itens propícios para transações financeiras seguras, mas muitos usuários não se preocupam com medidas básicas para o uso adequado do computador. Ações como manter o antivírus atualizado e não abrir e-mails ou aplicativos de procedência desconhecida costumam não ser respeitadas – principalmente por usuários com pouco conhecimento em informática.

“O avanço tecnológico permitiu que operações financeiras pudessem ser executadas com muita segurança na internet. As páginas eletrônicas apresentam bancos de dados criptografados e cartões com chips, que, ao contrário dos que trazem bandas magnéticas, não podem ser clonados”, afirma Marcelo Branquinho. “Quando as informações ficam facilmente disponíveis, a possibilidade de fraude é muito maior”, completa, ressaltando que as senhas para transações online devem mesclar números, letras maiúsculas e minúsculas, além de caracteres especiais, para diminuir a chance de crimes virtuais.

Descuido

O diretor e apresentador da Rádio Cultura FM de Brasília, Marcos Pinheiro, 42 anos, entrou em uma lan house do Rio de Janeiro, há quatro anos, apenas para checar alguns dados no banco. Ficou conectado poucos minutos e continuou, tranquilamente, o passeio pelo shopping onde a loja ficava. Duas horas depois, um funcionário do banco ligou, porque algumas movimentações financeiras suspeitas estavam sendo realizadas com os dados bancários dele. Pagamentos e transferências foram efetuados sem o consentimento de Pinheiro, com informações “sequestradas” no curto espaço de tempo em que ele usou o computador coletivo.

Para alívio do apresentador, a resposta do banco foi rápida e os valores, devolvidos. Com as pistas investigadas pela polícia, descobriu-se que os bandidos faziam parte de uma quadrilha do Nordeste, que atuava há algum tempo na rede mundial de computadores. “Tomei um susto muito grande, mas aprendi a lição. Redobrei meus cuidados e, agora, só consulto o banco na internet por meio do meu computador pessoal, porque sei que é seguro e tem todas as atualizações necessárias. Ainda assim, evito transações financeiras mais complexas, para não correr o risco de ter a conta invadida novamente”, explica Pinheiro.

O especialista Marcelo Branquinho ressalta que a prevenção não deve acontecer somente na internet, mas também durante as compras com cartões de crédito e débito em estabelecimentos comerciais físicos. Vera Miranda, 51 anos, técnica em contabilidade, teve o cartão de uma loja de departamentos clonado e várias compras foram realizadas em unidades da mesma rede, mas em shoppings diferentes de Brasília. Enquanto conferia o extrato do cartão na internet, Vera ficou surpresa com a quantidade de compras feitas no mesmo dia, em cinco lojas. Ela diz que por ser um cartão para compras muito específicas, não teve o mesmo cuidado no uso.

“O caso de Vera podia ser muito pior. Se o cartão de crédito fosse das bandeiras mais famosas, utilizando apenas os dados da cliente, seria possível, por exemplo, comprar passagens aéreas. Esse tipo de compra dificilmente deixa rastros, mas os prejuízos costumam ser altos. O meu conselho é que as informações do cartão nunca sejam passadas por telefone ou e-mail. Quando o consumidor realizar um pagamento em loja física, é fundamental acompanhar todo o processo de perto. Em caso de dúvida ou qualquer suspeita de irregularidade, a operadora deve ser contatada imediatamente. As empresas online são cobradas para que invistam pesado em segurança e têm conseguido bons resultados, mas o cliente também deve estar atento a possíveis golpes”, destaca Branquinho.

Discussão na rede

Em outubro, o Ministério da Justiça inaugurou o endereço eletrônico culturadigital.br com o objetivo de realizar uma consulta sobre o Marco Civil da Internet, correspondente à primeira legislação brasileira sobre direitos e deveres na internet. A ideia foi desenvolvida para que a população pudesse participar, efetivamente, da elaboração de um projeto de lei sobre o assunto.

Mais segurança

Os dados criptografados são utilizados para aumentar a segurança em endereços eletrônicos. A técnica consiste em converter a mensagem ou arquivo em código secreto. O conteúdo não pode ser utilizado enquanto os caracteres não forem decodificados.

 

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