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Ministério da Defesa promove exercício simulado para combate e prevenção aos ataques cibernéticos

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Sexta, 19 Julho 2019 12:09

Durante o evento, os 214 participantes também assistiram a uma palestra do Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe, que falou sobre a importância da segurança cibernética no Brasil.

Guardiao com Branquinho

Entre 2 e 4 de julho, o Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber), do Ministério da Defesa Brasileiro, conduziu o treinamento simulado Guardião Cibernético 2.0.  O objetivo principal da atividade, que reuniu 214 participantes e 40 instituições públicas e privadas, era promover maior interação entre o sistema militar de defesa cibernético brasileiro e os de proteção das infraestruturas críticas do país, a exemplo dos setores Elétrico, Financeiro, Nuclear e de Telecomunicações, que foram os focos do evento.

Segundo detalhou o comandante Guido Amin Naves, general de divisão de Defesa Cibernética, por meio da criação de cenários com problemas simulados de nível técnico e de gestão foi possível testar e permitir a interação entre as esferas governamental e de empresas, bem como melhorar o nível de cooperação entre os setores. “A ideia era conseguir, através do exercício, conscientizar a sociedade, as instituições e, em última análise, o país como um todo, sobre a necessidade de precaução contra ameaça cibernética e também de adaptabilidade ao ambiente de alta tecnologia em que vivemos”, destacou o comandante.

O simulado contou com a presença de representantes dos ministérios da Defesa, da Justiça e das Relações Exteriores, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, das Forças Armadas, de órgãos do governo federal, de bancos, de empresas dos setores nuclear, elétrico, de telecomunicações e de pesquisadores da área acadêmica.

Adicionalmente ao simulado, Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe, foi convidado pelo Ministério da Defesa para realizar a palestra de abertura do evento e apresentar dados que referendam os fatores de riscos, tipos de ataques que podem afetar a soberania nacional e a importância da segurança cibernética para o Brasil. “Estamos assistindo à consolidação de um novo cenário de guerra, cujas as armas não são bélicas, mas tem potencial ainda mais nocivo. A chamada quinta dimensão da guerra é a da informação. As operações psicológicas, contrainformação, guerra eletrônica e operações computacionais ocorrem de forma silenciosa e anônima, sem território definido, com pouca chance de reação. Ou seja, as nações que mantiverem a guarda aberta para questão cibernética serão facilmente subjugadas”, destacou Branquinho durante a palestra.

Lido 425 vezes Última modificação em Quinta, 25 Julho 2019 18:03

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