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Política de Defesa Cibernética será avaliada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional

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Quinta, 16 Maio 2019 15:20

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) decidiu avaliar, durante o ano de 2019, a Política de Defesa Cibernética, coordenada atualmente pelo Exército brasileiro.

 Esperidiao Amim

                                                                                          Senador Esperidião Amim. Crédito: Billy Boss/Câmara dos Deputados

O Regimento do Senado prevê que, anualmente, cada comissão analise criticamente os resultados alcançados por até três políticas públicas conduzidas pelo governo federal. A iniciativa partiu do senador Esperidião Amin, para quem o setor cibernético é, ao lado do espacial e do nuclear, estratégico para a defesa do país. Isso requer seu fortalecimento, o aperfeiçoamento de dispositivos de segurança e a adoção de procedimentos que visam diminuir a vulnerabilidade dos sistemas e que possuam suporte de tecnologia da informação e comunicação. “A intenção da Estratégia Nacional de Defesa é evoluir o atual sistema para Comando de Defesa Cibernética das Forças Armadas”, detalhou o senador. Por sugestão do presidente da Comissão de Relações Exteriores, o senador Nelsinho Trad, também serão avaliadas as atuais diretrizes do governo voltadas para integração logística e física na América do Sul. O senador entende que estas políticas são hoje essenciais para intensificar parcerias entre as nações sul-americanas e também para o estabelecimento de corredores de comércio mais rápidos e de menor custo com a Ásia. “O efeito dessa integração será multiplicador nos fluxos de comércio e investimentos. Vamos avaliar o potencial, mas também as deficiências e gargalos que precisamos superar. O mais relevante, a meu ver, é o corredor bioceânico, que diminuirá em 8 mil quilômetros o transporte e escoamento de produtos ligando países banhados pelos oceanos Atlântico e Pacífico”, detalhou Nelsinho.

Fonte: Agência Senado


Com a palavra TI Safe
Os ataques cibernéticos ao redor do mundo como, por exemplo, o ransomware WannaCry acenderam, definitivamente, a luz vermelha para a segurança digital. Países e empresas ficaram mais atentos. Contudo, os riscos são, ainda, desconhecidos para boa parte do grande público. A adoção de um Plano de Segurança Cibernética Industrial (PSCI), instrumento elaborado com o propósito de orientar, definir objetivos e prazos, relativos aos procedimentos de implementação de controles e de segurança cibernética para redes industriais e sistemas SCADA, é uma realidade no mundo corporativo. “O Plano indica as necessidades por grau de prioridade e as soluções tecnológicas a serem implantadas, tornando-se uma ferramenta gerencial para todo o planejamento de ações relativas à segurança cibernética da planta analisada”, explica Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe.

Para Branquinho, assim como no setor privado, as instituições públicas devem intensificar as defesas de seus sistemas. “Avaliar a Política de Defesa Cibernética do país é, portanto, um passo importante para o reconhecimento dos riscos e fragilidades”. O site do Centro e Defesa Cibernética (CDCIBER), órgão que determina as diretrizes da estratégia nacional de defesa para o Brasil, destaca que as capacitações cibernéticas incluirão, como parte prioritária, as tecnologias de comunicação, com o objetivo de assegurar a capacidade para atuar em rede. Além disto, o aperfeiçoamento dos dispositivos e procedimentos de segurança devem reduzir a vulnerabilidade dos sistemas relacionados à Defesa Nacional contra-ataques cibernéticos.

Para saber mais acesse: PSCI e PNSI

Lido 381 vezes Última modificação em Quinta, 16 Maio 2019 17:47

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