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Copa do Mundo ajuda a proliferar o phishing

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Terça, 03 Julho 2018 14:03

O Brasil é o país que mais sofre ataques por phishing no mundo, de acordo com a Kaspersky Lab. O golpe é usado para roubar dados privados de usuários da internet como senhas, CPF, cartões de crédito, número de conta bancária, entre outros. Os meios mais utilizados para “fisgar” os usuários de internet são WhatsApp, mídias sociais e e-mail.

World Cup 2018

 

Em grandes eventos como a Copa do Mundo, que movimentam diversos países e geram uma enxurrada de conteúdos compartilhados virtualmente, as possibilidades de atrair pessoas interessadas no assunto, levando-as a cair em armadilhas, são maiores e os hackers sabem se aproveitar disso. Por exemplo, uma troca de áudios e vídeos, pode conter links suspeitos ou direcionar para sites mal-intencionados.

Segundo Thiago Branquinho, CTO da TI Safe, empresa que atua em segurança da informação para indústrias e governo, a técnica é muito utilizada por hackers para entrarem em redes corporativas. “Um simples spam recebido em casa pode ser o início de um grande ataque. Pela exploração de vulnerabilidades psicológicas ou em sistemas, um atacante pode roubar credenciais de algum funcionário ou pessoa ligada ao negócio-alvo, por exemplo. Na Copa, ameaças que costumam ser menosprezadas podem se multiplicar. É preciso estar alerta”, explica.

A Kaspersky Lab informa ainda que atualmente Rússia e Brasil são os países mais afetados por ataques bancários.

Veja algumas dicas da TI Safe sobre o que fazer para evitar ser “fisgado” e usado como porta para invasões cibernéticas em empresas:

  • - Não acesse lojas que você não conhece e não clique em links de promoção, mesmo de lojas conhecidas. Se viu a notícia, vá diretamente no site oficial e procure lá o produto;
  • - Nesta época, desconfie, principalmente, de e-mails ou mensagens com notícias sobre o mundo do futebol ou anunciando promoções muito vantajosas, prêmios, bolões e apostas, citando lojas, marcas ou sites do segmento esportivo, por exemplo. Mensagens com erros de português podem ser um bom sinal para fugir do risco;
  • - Se achar uma mensagem, um e-mail ou link estranho, ignore e não clique. Lembre-se que, assim como bancos, grandes lojas ou marcas não vão pedir seus dados cadastrais por e-mail ou em site, forçando que revele informações como senhas, cartões de crédito, CPF e número de contas bancárias, entre outros dados pessoais seus ou de outras pessoas conhecidas. Não forneça esses dados;
  • - Leia o endereço do link e verifique se a conexão com o site é segura. Os hackers clonam a aparência de sites oficiais, para que o usuário pense que está no site correto. O endereço do link que começa com https significam que é um protocolo de transferência de hipertexto seguro;
  • - Instale em seu celular somente os aplicativos das lojas oficiais (ex:. Google Play e Apple Store);
  • - Ao usar equipamento da empresa em outro ambiente, não se conecte a redes estranhas ou públicas;
  • - Cuidado ao receber ou repassar mensagens com links estranhos. Não passe adiante com o link sem saber do que se trata e nem clique nele se não confia;
  • - Mude senhas com frequência e não crie senhas óbvias ou idênticas para mais de um serviço. Nunca use, por exemplo, a senha de uma conta bancária para se cadastrar em um site.
Lido 1808 vezes Última modificação em Quarta, 04 Julho 2018 15:54

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