Confira a participação do CTO da TI Safe em reportagem do site Canal Energia.
O CTO da TI Safe, Thiago Branquinho, foi entrevistado para a reportagem do Canal Energia “Segurança cibernética: como o setor elétrico está se posicionando”. O texto completo pode ser lido no www.canalenergia.com.br, mas, como é exclusivo para assinantes, você lê abaixo uma parte do texto.
Thiago destacou que, para evitarem esse tipo de ataque, as empresas precisam primeiro mudar a sua mentalidade. “Muitos gestores ainda não entenderam que suas empresas podem ficar fora do mercado e ver suas ações reduzidas a pó por conta de um ataque cibernético”.
Ele afirmou que a partir desse entendimento, podem ser estabelecidos controles “clássicos” para prevenir os incidentes, como: publicar políticas e procedimentos específicos para os ambientes de tecnologia operacional (TO); conscientizar dos colaboradores e fornecedores; proteger perímetros de rede com firewalls de próxima geração (Next Generation Firewalls – NGFW); detectar anomalias de rede com plataformas conhecidas como IDS industrial; adotar sistemas modernos de prevenção contra malware – incluindo ransomware – como EDR (Endpoint Detection and Response) homologado para as redes de automação; microssegmentar ambientes de rede e reforçar o controle de acesso de usuários (principalmente o remoto).
Thiago Branquinho ainda ressaltou que a segurança é como um “ser vivo” e requer cuidados permanentes. Para tal, é fundamental ter uma equipe especializada para atuar 24×7 na prevenção e no monitoramento contínuo. Em caso de incidentes, essa equipe atua na contenção e na erradicação do problema, bem como utiliza o evento para reforçar os controles.
Ele acredita que esse tema ainda é um desafio para as empresas do setor. “As empresas vivem escassez de mão de obra especializada, falta de orçamento e até mesmo falta de entendimento sobre a real necessidade da segurança cibernética”, disse Thiago. Segundo o nosso CTO, a mão de obra necessária para realizar as atividades de segurança de forma assertiva é rara e não faz parte dos planos de carreira das empresas do setor. Assim, contratar pessoal ou formar esses profissionais, não pode ser considerada trivial.
“Quanto ao orçamento, é raro ver as empresas com planejamento financeiro adequado para as necessidades de segurança. Os dois primeiros pontos são, muitas vezes, fruto da falta de entendimento sobre o que é a segurança. Multo além do compliance, as medidas para a proteção da tecnologia operacional maximizam a resiliência do ambiente, contribuindo diretamente para a continuidade dos negócios”, finalizou Thiago Branquinho na reportagem do Canal Energia.