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ONS Ready da TI Safe é destaque no jornal Valor Econômico e no site Energia Hoje

Novas rotinas de segurança cibernética do ONS começam a mexer com agentes setoriais

O setor elétrico brasileiro dispõe de um sistema interligado com mais de 145 mil km de linhas de transmissão em alta tensão, que conecta 170 GW de usinas geradoras de energia dispersas pelo território nacional aos centros de consumo. Ataques cibernéticos podem provocar “apagões” e impor o caos em extensas regiões do país. Trata-se, portanto de uma questão de segurança nacional e agora integra a Rotina Operacional sobre Segurança Cibernética (RO.CB.BR.01), publicada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) no dia 9 de julho. 

Os possíveis impactos da R.O. têm chamado a atenção dos agentes de geração, transmissão e distribuição elétrica e o assunto ganhou repercussão na mídia nacional e especializada. 

Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe, conversou com o Valor Econômico sobre a RO.CB.BR.01 e sobre a importância da segurança cibernética em infraestruturas críticas. Na entrevista, o executivo observou que existe um risco sistêmico no Sistema Interligado Nacional (SIN), devido ao fato das redes das empresas de energia estarem conectadas à rede do ONS. “Isso significa que se uma delas for infectada por ransomware, por exemplo, pode haver propagação para todos os agentes do sistema. E o objetivo da nova rotina operacional é justamente proteger contra esse risco” enfatizou Branquinho. 

O jornal destacou que o processo de aprimoramento da segurança cibernética já vinha sendo discutido pelo setor elétrico há algum tempo, em especial pelo ONS, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e o Ministério de Minas e Energia (MME), mas ganhou relevância a partir do ano passado, em decorrência do aumento exponencial dos ataques às empresas de energia elétrica. A publicação divulgou que de março de 2020 para cá ao menos cinco concessionárias de energia sofreram ataques cibernéticos que afetaram a operação de seus sistemas de Tecnologia da Informação. Especialistas em segurança cibernética calculam, no entanto, que o número de empresas do setor alvo de violações seja bem maior, já que há subnotificações de ataques.

A publicação Energia Hoje, do grupo Brasil Energia, informou que o ONS determinou que todas as empresas conectadas a ele implementem um conjunto de  procedimentos e sistemas de segurança cibernética no prazo até 27 meses.  A reportagem também contou com a participação do CEO da TI Safe, única companhia brasileira a desenhar uma solução completa de segurança cibernética para o setor elétrico, o ONS Ready. “Já atendemos dezenas de empresas de energia, mas, com a nova demanda gerada pela rotina da ONS, esperamos chegar a 200 clientes dentro de um universo estimado de 740 agentes que terão que atualizar seus procedimentos de segurança”, avaliou Branquinho. 

A TI Safe duplicou sua estrutura física para atender o setor e prevê um crescimento exponencial nos próximos dois anos.

 

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