Evento ganhou destaque na mídia com uma ampla cobertura televisiva e impressa
A 5ª Conferência Latino-Americana de Segurança em SCADA, organizada pela TI Safe, em parceria este ano com a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), bateu todos os recordes. Foram mais de 600 visitantes durante os três dias do evento que contou com 18 palestras e 25 conferencistas. Além do conteúdo técnico especializado teve também muita prática com nove oficinas.
A cobertura jornalística sobre a CLASS 2022 totalizou 27 reportagens em veículos da imprensa, com destaque para entradas ao vivo na TV Paraná, TV Globo e matérias na Revista Amanhã, uma das principais publicações do sul do país; Gazeta do Povo, Folha de Londrina, Security Report, entre outras
“Tivemos um público de excelência e debates muito ricos. Creio que todos estávamos precisando de um evento presencial como este para colocar o networking em dia e, também, para compartilhar as mudanças no cenário da segurança cibernética para plantas industriais no Brasil e no mundo, setor altamente impactado nos últimos dois anos”, comentou Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe, durante o evento.

Abílio Branco, head de proteção de dados da Thales Brasil, um dos palestrantes na CLASS, corroborou com a visão de Branquinho: “A pandemia acelerou o processo de digitalização e muitas companhias estão correndo para se adaptar ao novo cenário. Não podemos esquecer que a segurança digital evoluiu, mas o crime também”, avaliou Branco.
Simulações de ataques cibernéticos em infraestruturas críticas permitiram enxergar a gravidade de uma ação desse tipo na prática. Exemplos de invasões em empresas de abastecimento de energia, água e gás foram usados para demonstrar para quem trabalha nesses segmentos a importância de investir em segurança nas redes de Tecnologia de Operação (TO)
Cobertura de imprensa televisiva
Para simular os ataques em subestações de energia, por exemplo, um comando por computador acionava um malware que provocava a interrupção do fornecimento de luz para a minicidade montada para o evento com prédios, casas e até estádio de futebol. O efeito da ação hacker era rápido e o sistema só poderia ser religado quando o ataque cessasse. Caso fosse um incidente real, os danos poderiam atingir toda população.
“Ver um ataque sendo executado, mesmo que simulado, ajuda a entender o que acontece de verdade e aprender a desconfiar. Em geral, o primeiro pensamento é que se trata de uma falha mecânica ou elétrica”, disse Jorny Lima, que participou da CLASS representando a EDF Fluminense do Rio de Janeiro.
A CLASS 2022 contou com o patrocínio de Microsoft, Tenable, Teletex e TD Synnex; Claroty, Siemens, Nozomi Networks, Palo Alto Networks, Thales, Hitachi Energy e apoio de Clavis Segurança da Informação, Copel, Governo do Paraná, Eletrobras, Fundação Araucária, Isaca, Itaipu Binacional, Latec, UTCAL, Vale do Pinhão e Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação
A próxima edição está programada para 2024 e será no Rio de Janeiro. Saiba mais.