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4ª Pesquisa TI Safe: Panorama da Cibersegurança Industrial no Brasil

A maturidade subiu em relação a 2018, mas ainda é insuficiente.

Segundo a 4ª Pesquisa TI Safe intitulada “Panorama da Cibersegurança Industrial no Brasil” e apresentada a cada dois anos durante a Conferência Latino-Americana de Segurança em SCADA, 84 empresas dos setores de eletricidade, água, gás, indústria de transformação e extrativa apontaram a segurança cibernética como uma das preocupações que estão no topo da lista dos executivos de tecnologia.

“É um cenário bem diferente do que víamos há poucos anos e a pandemia certamente foi um ponto de inflexão que fez acelerar os processos”, avalia Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe.

As perguntas foram agrupadas de acordo com os pilares de contramedidas de segurança cibernética da metodologia TI Safe ICS.SecurityFramework (Governança e Monitoramento, Segurança de borda, Proteção de rede Industrial, Controle de Malware, Segurança de dados e Treinamento e conscientização).

Em relação a distribuição geográfica das empresas que participaram da pesquisa, 56,41% são da região sudeste; 17,95% do Sul, 10,26 % da região Centro-oeste, 5,13% da região Norte e mais 5,13% do Nordeste.

Ao avaliar os quesitos de proteção de uma rede industrial, as companhias alcançaram um nível médio de maturidade em segurança cibernética de 2,53, numa escala de 0 a 5.

“Houve um avanço em relação a 2018, quando o patamar alcançado foi de 1,88, mas ainda é insuficiente”, comenta Marcelo Branquinho.

Além do Panorama da Cibersegurança Industrial no Brasil, outros indicadores são extraídos do repositório que concentra dados globais de incidentes em tecnologia de automação, ocorridos desde 1982, e que são compilados pela ferramenta Incident Hub desenvolvida pela TI Safe. O monitoramento demonstra que os ataques hackers contra infraestruturas críticas crescem de forma exponencial. Em 2021 foram noticiadas 16 invasões contra prefeituras, governos estaduais, empresas farmacêuticas e redes hídricas, entre outras entidades.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Gartner, quase um terço dos países irão regular possíveis respostas a ataques de ransomware nos próximos três anos. O estudo afirma, ainda, que a consolidação das plataformas de segurança digital será vital para as organizações implementarem iniciativas de negócios, mesmo em ambientes cada vez mais hostis.

Ainda segundo o Gartner, até 2025, 30% das nações deverão aprovar legislações que regulam pagamentos, multas e negociações de ransomware (contra menos de 1% em 2021). Cada vez mais gangues modernas especializadas na disseminação de ransomware estão atuando no roubo e criptografia de dados. Além dos riscos crescentes, a proteção de dados está sendo impulsionada também pela regulação do setor. Até 2024, 75% da população global terá seus dados pessoais cobertos por regulamentos de privacidade de dados, de acordo com o Gartner.

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