Desde 2018, a TI Safe capacita especialistas para atuarem na proteção de infraestruturas críticas e assegurar as redes industriais e sistemas de controle contra ataques cibernéticos.
Ensinar a proteger infraestruturas críticas é o principal objetivo da Academia TI Safe. Criada há mais de 6 anos, a instituição oferece treinamento e certificação específicos para assegurar as redes industriais e sistemas de controle contra ataques cibernéticos.
Abordagem teórica e prática
O principal curso oferecido pela Academia da TI Safe é a Formação em Segurança de Automação Industrial (FSAI). Baseada na metodologia TI Safe ICS.SecurityFramework®, a capacitação possibilita aos participantes aplicar as melhores práticas da norma ISA/IEC 62443 em ambientes industriais.
O treinamento traz uma abordagem ‘da vida real’, transferindo aos alunos conhecimento prático da gestão e implantação de segurança cibernética industrial.
“Entendemos que, para proteger infraestruturas críticas, é necessário conhecer os riscos reais aos quais redes industriais e sistemas de controle estão submetidos, bem como normas e as melhores práticas de mercado. Foi com isso em mente que formatamos o curso Formação em Segurança de Automação Industrial”, destacou Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe.
Módulos com aulas teóricas e práticas
O curso da Academia contempla 20 horas de aulas ministradas online.
Dividido em 5 módulos, o treinamento contempla:
- Introdução
- Riscos e planejamento
- Controles
- Monitoramento
- Ataques e contramedidas
Uma das últimas novidades do curso foi a inserção do tema IIoT (Industrial Internet of Things) no módulo de ‘Controles’, com o objetivo de demonstrar a aplicação da IIoT e ensinar na prática como melhorar a segurança de ambientes industriais hiperconectados.
Entre outras temáticas, os alunos aprendem também sobre como implementar e monitorar o CSMS (Cyber Security Management System), definido pela norma ISA/IEC 62443.
Além de aulas teóricas, o formato presencial do curso possibilita aulas práticas e demonstrações técnicas de ataques e defesas contra redes de automação simuladas no TI Safe LAB, que está equipado com simuladores de redes de automação de plantas industriais.
Público-alvo
A oferta acontece sob demanda e é voltada para grupos corporativos. A FSAI é indicada para profissionais de TI ou de Automação Industrial que possuam conhecimentos sobre sistemas operacionais, protocolos de rede, linguagens de programação, hardware e software.
São desejáveis conhecimentos em segurança da informação e sistemas de controle industrial (ICS).
Outro grupo que pode ter acesso à Academia são os clientes da ASCI (Assinatura de Segurança Cibernética Industrial), um serviço oferecido pela TI Safe que entrega soluções para prevenir, mitigar e monitorar ataques cibernéticos contra infraestruturas vitais e indústrias 4.0. Para saber mais sobre a ASCI, clique aqui.
Resultados esperados
Os especialistas que concluírem a Formação em Segurança de Automação Industrial estarão aptos a:
- Identificar as ameaças e vulnerabilidades de sistemas de controle industrial;
- Estabelecer governança de segurança cibernética em ambientes críticos;
- Planejar o uso de tecnologias de segurança cibernética em ambientes industriais, conforme as boas práticas;
- Organizar atividades de monitoramento e resposta a incidentes cibernéticos em infraestruturas críticas.
Segurança de infraestruturas críticas deve ser prioridade
O Brasil é o segundo colocado no mundo entre os países com mais ataques cibernéticos. É o que mostra o relatório ‘Panorama de Ameaças para a América Latina 2024’, da Kaspersky, que contempla dados de agosto de 2023 a julho de 2024. Em 12 meses, foram registrados mais de 700 milhões de ataques cibernéticos no país (1379 por minuto).
Esses números acendem um alerta para todos os tipos de operação, com destaque para a segurança cibernética de infraestruturas críticas. Qualquer interrupção nos serviços oferecidos por companhias desse segmento, entre elas gás, energia, saneamento, etc. tem potencial para causar grandes danos nas comunidades atendidas.
De acordo com a Gartner, até 2025, cerca de 30% das infraestruturas críticas do mundo terão enfrentado violações de segurança capazes de paralisar suas atividades.