Saiba por onde começar
Um ano e dois meses é o tempo que falta para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrar em vigor, o Governo informou na semana passada que pretende definir até agosto os cinco membros que vão compor a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão criado para zelar pela proteção de dados pessoais, segredos comerciais e industriais. “Portanto, subestimar os esforços necessários para a adequação à lei é um erro que precisa ser evitado. Não há mais tempo para negligência nem erros.”, explica Ana Paula Moraes, advogada chefe da Demoraes Advocacia.
No segmento de Utilities, dados privados estão nos SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente), nos programas de fidelidade, nos sistemas de vendas, na folha de pagamentos e benefícios, no cadastro dos prestadores de serviços, nos sistemas de pedágio e em alguns sistemas de automação de manufatura e energia, como nas informações de smartgrid, por exemplo. A violação dos dados pessoais poderá incorrer em multas de até R$ 50 milhões por incidente.
“Como as empresas são corresponsáveis pelos operadores de dados, a implementação do LGPD exige uma reavaliação das políticas de coleta dessas informações, da segurança e da atualização dos sistemas existentes para minimizar possíveis vazamentos de informações sigilosas de pessoas físicas.”, explica Marcelo Branquinho, CEO da TI Safe.
Por onde começar?
A adequação das redes de TI e TA das empresas à nova lei pode ser contemplada em quatro passos:
Análise de riscos nas redes de Tecnologia da Informação de Automação.
Planejamento da segurança e proteção de dados
Implantação de soluções de segurança
Gestão continuada de conformidade serviços gerenciados de segurança
A TI Safe disponibiliza para seus clientes a solução “LGPD para Utilities”. Conheça mais.